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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Idas e vindas.

Meus pensamentos consomem minha alma machucada, meu sorriso ainda mostro com alívio, pois me adaptei com os dilúvios da minha vida, não mais choro ou imploro para não ter idas.

Confesso.

O importante que a cada passo errado ou tombo com diversos machucados, eu aprendo. O importante é que deixei de ser apenas uma metamorfose ambulante  e não sou só por um instante, portadora da opinião formada sobre tudo. O importante é que minha loucura, sempre me cura.
O importante, é só o importante. E sabe o restante? Ele vai ser sempre resto, confesso.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Falido.


Hoje eu to assim, fechada para negócios e os meus sócios, foram embora!
Fiquei assustada e um tanto quanto desesperada, por investir
e por um segundo, ou uma piscada de olhos, falir.
Fali, perdi tudo que tinha e nada recompõe o que já se perdeu
as ligações que havia, como um fio fino, se rompeu.


Chamem os paramédicos, houve uma falência de órgãos.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Tudo culpa do coração, ou de você?

O corpo cansado, dilacerado pelas atividades do dia a dia
mas apesar de certas coisas que cansam, eu sorria.
Aprendi a sorrir  por momento, as vezes, nem eu entendo
parece banal ao meu, ou teu, ou nosso ver,
 as vezes me dizem que não tem nada haver.

Minha mente é enfatizada pelos meus pensamentos irregulares
culpa de um coração que tenta procurar aconchego em outros lares.
É complicado, talvez até um tanto delicado,
mas se eu, por si só, não consigo resolver
a quem, talvez, eu possa recorrer?

Eu gosto da solidão, ela me fascina, me enche de orgulho
mas quando fico muito tempo, a tristeza vem como um mergulho,
profundo em um mar aberto, com ondas suicidas, me machuca.
Eu choro baixo, tento não ficar pra baixo, pra não me afogar.

Eu me afogo mesmo assim, você pode me salvar
mas ao invés de ser meu herói, deixa por esperar
acha que talvez algo mude por mudar,
tento entender esse teu pensamento,
 mas será que em qualquer momento
você vai me procurar?
Acho que pode ser tarde, posso estar no fundo do "mar".

domingo, 4 de agosto de 2013

Chuva ou choro.

Segurei, prendi, até que resisti. Eu precisava e queria,
 Mas seria uma promessa que não cumpriria.
E eu cumpro minhas promessas até onde alcanço e não me canso.
Por dentro morri chorando, mas o tempo que foi se fechando, chorou por mim.
Choveu como nunca, lavou a minha alma, chorou por mim
chorou por nós dois, e depois de muito choro ou chuva
Entre as árvores o sol veio como uma luva
me esquentar, coisa que você fazia quando podia
agora não pode, mas por pouco tempo, eu espero, eu te quero a todo momento!