Ô pequena, porque chora? Porque não deixa com que a tristeza vá embora? Só quero te ver sorrir.
Não sei como te consolar, só sei repetir que tudo vai ficar bem, e vai...
Essas coisas do coração ninguém entende e ninguém explica, não precisa de muito pra ter vontade de desabar, mas sei que és forte. Pare de afogar esses teus olhos claros em um rio de lágrima que envolva tristeza. Ao invés de vê-los marejados, quero vê-los escondidinhos, pois é assim que eles ficam quando você sorri.
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quinta-feira, 20 de outubro de 2016
Para teu coração.
Já te aconteceu gostar tanto de uma pessoa ao ponto de não ter palavras para explicar? Como se todas as palavras fugissem do teu vocabulário como se fosse vento, e então tu fica com receio por não saber demonstrar.
Amor sempre foi um sentimento complicado e eu nunca parei pra tentar explicar, apenas deixei fluir. Olha... Tu chegastes para mim como um labirinto sem fim, eu temi no inicio (como todo principiante teme) mas quando eu percebi as maravilhas desse labirinto, eu não quis achar o final, que intrigante, não? Pois é, tu é o labirinto onde eu me perdi e não quero mais achar a saída, quero desvendar cada parte, quero conhecer de olhos fechados, eu quero apreciar... E se um dia eu achar a saída dele, que seja para teu coração.
ciente
Quero dormir e acordar com uma nova perceptiva no olhar, quero fazer com que meus sonhos se tornem realidade, quero batendo em minha porta, a felicidade.
Quero rir sem parar, não quero lágrimas em meu olhar.
Quero abrir os braços, perceber que tenho espaços, o suficiente para ter minhas próprias escolhas.
Um segundo se quer, quero poder escolher sem ninguém dizer, que é totalmente errado.
Quero cultivar o amor que tenho, não quero explicar, apenas quero estar.
Quero ser eu, quero fazer de meu inconsciente, ciente.
Quero rir sem parar, não quero lágrimas em meu olhar.
Quero abrir os braços, perceber que tenho espaços, o suficiente para ter minhas próprias escolhas.
Um segundo se quer, quero poder escolher sem ninguém dizer, que é totalmente errado.
Quero cultivar o amor que tenho, não quero explicar, apenas quero estar.
Quero ser eu, quero fazer de meu inconsciente, ciente.
porque ela desistiu?
Conheci alguém, aquelas pessoas que tu se apaixona em 5 minutos e quer ter por perto.
Me encantou profundamente, continuo encantada. Vejo nos grandes olhos, que as vezes estão marejados, um futuro pleno, mas a pequenina desistiu do mesmo. Começou a trabalhar com algo que não gostava, pra fazer o que ela gostava. E o que era gostar? Encher a cara e se afogar em seus remédios? Se machucar fisicamente pra amenizar a dor psicológica? Eu fico me perguntando se vale a pena.
Se é fácil pra ela por as culpas nos outros, de parar de pensar que a vida dela se resume na sua rotina cansada. E eu fico martelando isso todos os dias quando acordo e faço o caminho (sempre atrasada) pra faculdade. Penso em mil coisas pra dizer pra ela. Que hoje o ano é diferente. Ontem eu tava vendo um vídeo do show do Paramore e eu lembrei de quão perfeito o show foi e percebi também, que nada ia ser igual e nem se compararia aquele dia, foi único. Aí eu tento perguntar pra ela se as coisas ruins também podem se repetir. E será que ela sabe que as escolhas que ela toma são melhores? Será que ela não devia de terminar os estudos? Fazer algo que ela gostasse sem ninguém incomodar ela? Será que um dia ela vai perceber que por mais que demore, tudo se ajeita? Que por mais que a vida seja extremamente curta, tem coisas que a gente tem de levar a sério? Que por mais que ela me mostre que tá feliz e tente me enganar com isso, eu sei que ela não tá?E porque ela se engana? Será que ela vai ter que se arrepender de novo de caminhos mal dados? Ela me disse que era adulta o suficiente pra fazer as escolhas dela, e eu por um segundo não quis hesitar nas escolhas (até porque sou uma mera e boa conhecida) mas eu não acho certo deixar com que ela vá pelo caminho errado, mas também não quero escolher por ela.
Ervilha
Esse mundo é uma ervilha e eu pouco sabia
que algum dia, por bobeira o teu sorriso eu conheceria...
Conheci e me encantei, pros outros eu até cantei, de tão feliz.
Cantei igual canário, a música mais bela que eu podia cantar
só pra demonstrar, o quando eu me preenchi,
Como o sol nascendo, trazendo calor e sorriso à quem sente, que é amor.
que algum dia, por bobeira o teu sorriso eu conheceria...
Conheci e me encantei, pros outros eu até cantei, de tão feliz.
Cantei igual canário, a música mais bela que eu podia cantar
só pra demonstrar, o quando eu me preenchi,
Como o sol nascendo, trazendo calor e sorriso à quem sente, que é amor.
Cuidado de minha casa.
Te aprochegas ao ouvir meus gritos de socorro... Explica-me do que é feito a vida, me explica o motivo de ter tantas despedidas... Será que tudo se resume a algo incompleto, no meio da cidade e no fim, no meio do deserto? Sozinho e sem ninguém pra segurar sua mão, perdido procurando algo, andando em qualquer direção. Vazio de certezas, cheio de incertezas, corroído pelo sofrer, machucado pelo seu bem-querer, transformado o amor em monstro, vivendo com desgosto, querendo ir embora...
Sem fé em nada, me mergulho em mim para curar-me, faço de meu corpo minha casa: Cuido, organizo e coloco o lixo para fora... Faço planos insanos, sorrio com medo, vivo minha intensidade, fujo da cidade... Volto, conserto, arrumo, para que meu corpo que és minha casa, assim quando estiver reformado, se transforme em tua morada.
Sem fé em nada, me mergulho em mim para curar-me, faço de meu corpo minha casa: Cuido, organizo e coloco o lixo para fora... Faço planos insanos, sorrio com medo, vivo minha intensidade, fujo da cidade... Volto, conserto, arrumo, para que meu corpo que és minha casa, assim quando estiver reformado, se transforme em tua morada.
Livre como os pássaros.
O que aconteceu ou o que está acontecendo? Dá um tempo, para, não to entendendo...
Tô aprisionada no meu próprio corpo e ninguém entende ou consegue medir o meu sufoco.
Eu to parada no tempo, não consigo pensar, presa à rotina que me fez acomodar, afunilada em um só conhecimento, às vezes, nem eu me entendendo.
Cega pelas mentiras que soam como canção, silenciada pela voz que grita mais alto sob minha direção, e surda para ouvir meu próprio coração...
O olhar perdido sobre o horizonte que as vezes se esconde de mim.... Perdida no meu próprio infinito, risco a parede do eu quarto com palitinhos, pensando como seria a tal despedida...
Me arrasto pelos comodôs, me deparo com o espelho, me olho e me questiono... Qual o real significado de sentir tanto? Não encontro a resposta, então dou um sorriso de canto.
A caminhada continua se traçando, me deparo em uma encruzilhada dos meus próprios sentimentos,
paro e analiso, de frente à eles me sento... Algo em mim se desperta, assim como um vulcão que estava adormecido e meu corpo se estremece e arrepios contínuos me dominam.
Então escolho ouvir a canção do meu próprio coração, decido olhar com meus próprios olhos e não me cegar frente às mentiras e jamais deixar com que a voz que grita mais alto me silencie...
Eu escolhi ser livre... Assim como os pássaros.
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